A economia de Malhador está caracterizada, principalmente, pela produção agropecuária, destacando-se a criação de bovinos, cana-de-açúcar e de algodão. O município de Malhador tornou-se uma região de micro, pequenas e médias propriedades onde se destaca os minifúndios. Essa característica fundiária possibilitou a produção da policultura, onde se cultiva além do algodão e cana-de-açúcar, se destaca na produção de banana, milho, mandioca, feijão, amendoim, inhame, além de verduras, cítricos e legumes. Hoje o município de Malhador já foi considerado um grande produtor de farinha de mandioca. Atualmente a produção de inhame e banana tem destaque na produção agrícola do Município.

O maior problema na produção agrícola de Malhador é a falta de qualificação e da assistência técnica aos produtores que passam por dificuldades, principalmente pela prática de técnicas de produção ultrapassadas como a queimada da matéria orgânica na chamada "limpeza da roça" deixando o solo pobre em nutrientes. Além disso o poder público tem feito muito pouco no que se refere à assistência técnica aos agricultores.

O comércio de Malhador é composto por pequenos mercados, lojas de eletroeletrônicos , casas agropecuárias, drogarias, além de lojas de confecções e utilidades caracterizando, também, a prestação de serviços junto aos bares, pizzarias, e da tradicional feira local que acontece nas segundas-feiras. Também é possível comprar animais do rebanho bovino, eqüino, muares, caprinos e ovinos na chamada feira das trocas. No entanto a economia malhadorense é, predominantemente, agropecuária.

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A FEIRA

Nas cidades do interior do Nordeste, as feiras livres vão além do aspecto comercial onde estão a venda diversos produtos. Trata-se de um dia festivo, as pessoas se encontram, trocam informações, uma vez que durante os demais dias da semana ficam praticamente isoladas, cada um cuidando de suas atividades. Em Malhador não poderia ser diferente, a feira representava esse ponto de encontro.​

Além das tradicionais compras, todos aproveitavam para saber notícias de parentes, amigos e conhecidos que moram em outras regiões do município. Hoje, porém, este aspecto cultural está descaracterizado. Com a transferência da feira da Praça Coronel Tércio Veras para o novo mercado localizado na Av. Valter Franco, desapareceu a principal característica, ou seja, a feira tornou-se apenas local de exposição e venda de produtos, aquela convivência com aspecto festivo já não existe mais.

Fonte: http://sergipecc.blogspot.com